
é inegável a contribuição de Mauricío de Sousa para a arte e cultura brasileiras. Dentro deste contexto surge a idéia de homenageá-lo através de sua obra, mostrando as diversas histórias e personagens criados por ele.
Baseado em filme de mesmo título, o enredo viaja através do tempo para retratar todas essas criações e como elas estão intimamente ligadas ao povo brasileiro, demonstrando e retratando nosso povo, nosso país.
Com mais de 50 anos de criações, seus personagens influenciaram e participaram da imaginação de crianças, jovens e adultos de diversas gerações. Sempre buscando a educação, inclusão social e, principalmente, a diversão.
Uma aventura no tempo...
Em uma tarde ensolarada Franjinha trabalhava em seu laboratório, concluindo o maior de seus inventos: a máquina do tempo. Com o término da invenção, precisava de alguém que testasse o experimento, foi quando escutou uma algazarra do lado de fora de seu laboratório:
-Volta aqui Cebolinha!!!!
Era Mônica, mais uma vez perseguindo os meninos. Magali vinha logo atrás, com uma fatia de melancia na mão.
-Hei, parem com essa bagunça!!!!
Franjinha precisava de concentração e silêncio, e de ‘cobaias’. Foi quando teve uma ótima idéia:
-Hei meninos, vocês querem experimentar o meu novo invento?
Os dois logo toparam. Porém, Mônica e Magali também queriam ver de perto essa nova criação.
-Esta é a Máquina do tempo, com ela vocês poderão visitar diferentes épocas e mundos. Gostariam de experimentar?
Os quatro aceitaram e lá entraram na máquina. Primeiramente parecia que nada iria acontecer, mas logo veio um clarão, luzes vermelhas e brancas passavam por eles, estavam viajando pelo tempo.
Logo fizeram à primeira parada, estavam um pouco assustados, mas logo ficaram maravilhados: estavam na pré-história. Dinossauros e homens das cavernas se misturavam.
Era hora de seguir viagem, e na segunda parada estavam em um lugar ainda mais interessante: uma floresta. Diversos animais seguiam em cortejo. Foi quando Magali perguntou a um coelho: o que está acontecendo? Ele logo respondeu: é a corte do rei Leonino, está indo visitar uma tribo indígena que vive por aqui...
Após presenciarem tal encontro era hora de partir novamente, agora estavam em um lugar familiar, porém um pouco diferente: os animais de estimação do Bairro do Limoeiro conversavam. Bidu, o cachorro azul, batendo papo com uma pedra, enquanto um cachorro muito interessante e amarelo queria roubar a cena. Era um mundo onde o tempo é estático, não possui importância.
Mais uma parada, era o futuro, Extraterrestres passeavam em volta deles, a frente uma bela e interessante nave espacial: redonda, tal qual o uniforme de seu tripulante.
Hora de viajar de novo, desta vez estavam em um lugar simples e belo: o interior. Animais passeavam por todos os lados. Plantações, casebres simples e uma vila bastante simpática se misturava aos moradores alegres e despreocupados. Era um local onde o tempo parou, e assim trouxe a alegria aos seus moradores.
Mais uma parada: jovens revolucionários, jovens caçadores de enigmas, jovens preocupados. A faculdade, namoros e o futuro lhes interessam.
É hora de partir, e quando falamos de tempo, um lugar sempre deve ser lembrado: o cemitério, futuro de todos nós. Fantasmas, vampiros, múmias, caveiras, lobisomens e até a morte em pessoa, todos muito animados e engraçados, seria a vida após a morte uma vida animada e alegre?
Mais uma viagem pelo tempo, desta vez visitamos diferentes épocas e turmas, Pelezinho, Nico Demo, Ronaldinho Gaúcho. E chegamos ao momento mais impressionante desta viagem: a turma assiste ao seu próprio desenvolvimento, de bebês a adolescentes, presente passado e futuro se misturam nesta emocionante viagem. A evolução do traço, a evolução da história. A conquista do mundo.
Voltamos ao bairro do limoeiro, e como de costume, encontramos os moradores usuais: a turma do bermudão, os irmãos Nimbus e Do Contra. Denise, a fofoqueira, Xaveco, o secundário, Dudu, o menino que não come. Pelo bairro visitamos as cenas mais corriqueiras: os vendedores, as crianças brincando pelas ruas, as provocações dos meninos, e, claro, os vilões, que vez ou outra aparecem para atazanar a vida desta turma.
Descobrimos que este é o tempo perfeito, um local onde velho e novo convive em harmonia, onde não existe a violência, a poluição, onde as crianças podem brincar sem preocupação pela rua.
Mais um invento do Franjinha fica pronto, e é hora de experimenta-lo também. O projetor de imagens reais traz toda a influência e obra do criador em nosso mundo: Diversão, Educação e Inclusão. Os colaboradores, que trabalham para manter esta obra viva também aparecem para a homenagem. No fim, uma reunião do Criador, com sua criação, a homenagem ao Maurício de Sousa, aquele que mudou as nossas vidas e projetou a esperança no coração de todas as crianças deste país, o nosso obrigado e o nosso pedido: que sua obra permaneça viva para sempre!
Organograma:
Abertura:
Viagem no tempo:
Comissão de frente:
A máquina do tempo
1° casal de Mestre Sala e Porta Bandeira
Viajantes do tempo
Baianas:
Viajem pelo tempo
Velha guarda:
Guardiões do tempo
Abre alas:
Viajem pelo tempo: chegada á pré-história
1° setor:
A corte do Rei Leonino Visita a Tribo do Papa-Capim:
Ala 1 - Rei Leonino
Ala 2 - Raposão
Ala 3 - Tarugo
Ala 4 - Coelho Caolho
Tripé: Jotalhão
Ala5 - Rita Najura
Carro 2 - A tribo do Papa Capim
2° Setor:
Cachorros
Ala 6 – Bidu
Ala 7 - Bugu
Ala 8 - Zé esquecido
Tripé - Bidu e dona pedra
3° setor - Viagem ao espaço
Alas 9 – extraterrestres
Destaque de chão – Lua e estrelas
Carro 3 – A nave do Astronauta
4° setor – a vida na roça, sô!
Tripés - os animais da fazenda:
Giserda, minha Galinha
Maiada, minha vaca
Torresmo, o porco
Fido, meu cão druminhoco
Ala 10 – Dona Marocas, minha fessôra
2° casal de mestre sala e porta bandeira: Nho Lao e as goiabas
Ala 11 – Vó Dita e seus causo
Rainha de bateria: minha frô, a Rosinha
Bateria: sou eu, o Chico Bento, sô
Passistas: Reis e Rainhas da quermesse
Ala 12 - meus amigos, os menino da vila
Ala 13 – meu primo lá da cidade
Carro 4 - a Vila abobrinha
5° setor - a juventude
Ala 14 – jovens revolucionários
Ala 15 - os caçadores de Enigmas
Tripé – Tina, Rolo, Pipa e Zecão, jovens ‘antenados’
6° setor – o cemitério
Ala16 - Penadinho e Alminha
Ala 17 – Zé Vampir
Ala 18 – Muminho
Ala 19 – Lobi
Destaque de chão – dona morte
Tripés (acoplados ao carro)
Cranicola
Túmulos
5° carro: o cemitério
7° setor:
Diferentes turmas:
Ala 20 – turma do pélezinho
Ala 21 - Nico demo
Ala 22 – Ronaldinho gaúcho
Ala 23 – Navegando nas letras
Ala 24 - Impublicado
Carro 6 – a evolução
8° setor – A volta ao bairro do limoeiro
Ala 25 - a turma do bermudão
Ala 26 – denise, a fofoqueira
Ala 27 - Xaveco, o secundário.
Tripé – A jumenta voadora
Ala 28 – Dudu, o menino que não come.
Carro 7 – o Bairro do Limoeiro
9° setor – a homenagem ao mestre!
Ala 29 – Diversão: parque da Mônica
Ala 30 – educação: campanhas e cartilhas
Ala 31 – inclusão: Dorinha, Luca e Humberto
Ala 32 – Os artistas: o pessoal lá do estúdio
Carro 8 – Maurício, Criador e criação, a homenagem da Viradouro.
Bem, vc faz assim:
Pega um tamanco de madeira e coloca finty reaix dentro deli.


Daí você deixa debaixo de um pé de arvre, faz seus três desejos a Santa (ela prefere ser chamada assim) Vanessa, e espera hoooooras lá debaixo do pé de arvre.

Depois de fazer todo o trabalho, vai pra esquina chupe *, da o * pra viado, vire uma maricona por uma noite.
Garantia de desejos realizados.

O resto a gente resolve...
Então, como estou tendo um fim de semana/ano péssimo, ando meio decadente, e nada melhor que uma playlist daquelas...
O que eu recomendo (tipo, é bem pessoal, então tem bastante músicas 'nada a ver', mas recomendo mesmo assim ^^)
Moonlight party – Yu yu hakusho soundtrack
Neo Universe – L’arc~en~ciel
Bem, essas duas são nostálgicas, nostalgia me causa mixed feelings =D
Woke from dreaming – the delgados (gunslinger girl soundtrack)
Blackout – Asian Kung-fu Generation
vídeo no último post ^^
Magic works – Weird Sisters - Harry Potter soundtrack
For fruits basket – Fruits basket soundtrack
Bubble wrap – McFly
Walk in the Sun – McFly
Silence of the City – McFly
Secret Garden – Gackt
Saikai ~story~ – Gackt
Here with me – Dido
http://br.youtube.com/watch?v=NSYRBsipqQg
Northern Downpour – Panic at the disco
I am changing – Jennifer Hudson – Dreamgirls soundtrack
Never think – Robert Pattinson – Twilight soundtrack
Into the west – Lord of the rings soundtrack
Bem, todas as outras entram por motivos particulares e inexplicáveis o/
Escutem, opinem, e sugiram =D
ou não =/
Pois é, isso aconteceu comigo, e não foi num passado distante, foi no último domingo.
Domingo passado trabalhei (fiscal oi), pra variar, precisava de uns lanchinhos sipá, e fui no mercado com mãe, avó, tia, primos pequenos e etc. Eles foram prum lado, eu pra outro.
Estou num caixa passando minhas coisas, quando vejo minha mãe e o povo virando a esquina:
-Bls, vou embora sozinho e tals, de boua , querida [/vanessão]
Quando termino de pagar, minha mãe me volta no mercado desesperada:
-MEU FILHO DESCULPA TE ESQUECI AQUI SUA AVÓ TAVA BRIGANDO E NUNSEIQUE DEIXA EU PAGAR!
-mãe, tudo bom, já paguei =/
Confesso que ri da cena...
kisses
Coisa estranha é a morte, todos sabem que vão morrer, mas ninguém sabe o que acontece depois disso. Entre divagações filosóficas e religiosas eu me perdi, mas cheguei a várias conclusões.
Primeiro, por que gastamos tanto para morrer? Calcula aí: Aluguel da capela, caixão, túmulo, carro pra carregar o corpo, funerária, a roupa do defunto e o cafezinho pros 'convidados'. Não seria mais simples enterrar e pronto acabou?
Daí vem o pós enterro: túmulo de mármore, flores e mais flores para serem cuidadas e uma porrada de coisa sem sentido. Oi? Ali só tem terra e mais um punhado de ossos.
A verdade é que, se damos valor a vida, damos mais ainda a morte. Por exemplo: no enterro é onde se consegue reunir toda a família (casamentos também conseguem atingir essa façanha, acredito que devido à 'boca livre'). E da lhe tias que você nunca viu na vida, a filha da prima da tia da avó que fica dando encima de você e a sem noção, aquela que sempre aparece de roupa florida/colorida ou piriguetche-mostro-tudo.
Velórios deveriam ser curtinhos, na minha opinião, poupa o sofrimento, poupa a vida das pessoas vivas. Meu, naonde que quem morreu vai saber que a família ficou lá 12 horas velando. Confesso, morro de medo de chegar perto do defunto e ele levantar e proferir um "Brinks, to vivão", sabe-se lá.
No fim das contas, velórios são sempre muito desconcertantes, tudo inventado por quem ta vivo e não quer perder quem morreu...
Miperdi de verdade agora... Deixa eu ir que estou morto de cansaço =*
Não que tenham sido As Férias, mas deu pra aproveitar...
Tudo se resume em tédio, internet, livro que não terminei de ler por conta da porra da multa que ainda nem paguei, tédio, sair ali com amigues, tédio, internet, jogar, tédio, maquina de costura, tédio, internet e tédio...
Mudando de assunto, eu não compreendo o gigantesco número de pessoas nascidas em agosto! Se ainda fosse em novembro (nove meses depois do carnaval, oi) eu entenderia.
Dia desses tava vendo fotos antigas, ensino médio (já se passaram três anos o.o), e oi, como eu era/estava tosco, acho que não tinha espelho/amigos para me dar um toque (ui)...
E o matriculaweb hein? foi até generoso comigo neste semestre: 24 créditos \o/
Tudo começa com um “Pedro, eu queria que você me fizesse um favor...” proferido pela Mamis, seguido por um “huh” bem muxoxado (meu, claro). A tarefa designada a seguir pode ser a coisa mais variada o possível: de lave a louça a entre no meu Orkut e mande recado pra fulaninha. Ai de mim se recusar...
Entretanto, até gosto de realizar algumas tarefas domésticas. Cozinhar, por exemplo, é divino. Lavar a louça me proporciona um momento de reflexão e meditação (oi?), de lá saem os pensamentos mais bizarros (por falar em lavar louça, amo rodinhos de pias, melhor invenção do mundo). Passar roupa parece divertido, mas nunca faço isso (preguiça, oi), e lavar roupa é o máximo (na máquina, querido).
Se a lista de coisas que eu gosto é grandinha, a de coisas-que-não-faria-nem-se-minha-vida-dependesse-de-mas-sou-obrigado-a é bem maior. Odeio com todas as minhas forças:
Lavar banheiro:
Quer coisa mais nojenta que limpar a pia, chão, e o lugar de onde saem as piores coisas da casa, tudo junto em um imenso combo regado de cabelos molhados que não me pertencem?
Varrer qualquer lugar:
Vassouras foram feitas para donas de casa/empregadas/diaristas/faxineiros, espantosamente todos não passam de 1,65. E taca dor nas minhas costas.
Passar Pano no chão:
Já não bastasse o cabo pequeno do rodo, ainda tem o pano de chão, o pedaço de tecido mais nojento da casa. Mas a pior parte é lavar o pano depois de todo o trabalho. E, oi, o tanque é baixo. Mais dor nas costas...
Lavar área externa/garagem:
Oi, odeio ficar molhado e com roupa, coisa básica. Se vai se molhar, que seja sem roupa. Sem falar no chinelo que teima em sair do pé e o risco iminente de cair de cóccix no chão. Já mencionei que a vassoura/rodo tem o cabo pequeno?
Ter que conferir/realizar trabalhos para minha mãe na internet:
Tudo bem que não é uma “tarefa doméstica”, mas está entre as coisas que ela me intima a fazer. Mãe, oi, desabafo, aprenda a usar a internet de vez! Porque “Mande esse e-mail pra tal pessoa”, “Coloque tal foto no meu álbum” e “Envie um recado pra cicrano” enchem às vezes, e não quero ser o responsável pelo encaminhamento do e-mail corrente.

Ai minha hérnia...
Hoje eu queria fazer algo diferente.
Talvez saltar de pára-quedas, pular de um abismo (com uma corda, claro), voar de asa-delta, andar na montanha russa mais rápida do mundo, subir e descer, dar voltas em seus loops... Mas não tenho coragem...
Hoje eu queria fazer algo diferente.
Tipo dançar até ficar com as pernas doloridas, pular, usar uma roupa super diferente, rir e passar bons momentos ao lado de amigos... Mas isso já fiz ontem...
Hoje eu queria fazer algo diferente.
Como comer uma comida bizarra, experimentar milhares de roupas em uma loja cara e sair com cara de não-gostei-de-nada-desta-loja-sem-graça, tomar sorvete, andar de patins, brincar no balanço, correr no parque ou simplesmente deitar na grama e olhar as nuvens... Mas em Brasília não tem nuvens nesta época...
Hoje eu queria fazer algo diferente.
Passar horas no telefone com aquele amigo que se mudou pra bem longe (ou nem tanto), conversar sobre assuntos relevantes, como a taxa da bolsa, ou a situação dos refugiados na áfrica, puxar papo na fila do banco (ou supermercado, ou correio, ou o que for), mandar um scrap para aquela pessoa super legal que você encontrou no Orkut, comentar no fotolog alheio, ler blogs que falem bobagem... Mas estou sem paciência... (talvez só ligue para o amigo)
Hoje eu queria fazer algo diferente.
Escrever poemas, um livro, plantar uma árvore, ter um filho...
Mas estou sem criatividade...
Hoje eu queria fazer algo diferente.
Mas já é tarde...
Quem sabe amanhã...
P.E. Polkiss
Acho que já havia postado esse, mas who cares?, eu amo esse texto *-*
Resume muita coisa =D
Desde o dia dois estou eu de férias (na prática tinha começado antes, mas abafa).
Bem, resumindo o que aconteceu:
-pra inaugurar as férias fomos ao Nicolândia após a última aula, by the way, estava fechado... Daí fomos ao cinema e assisti o filme mais the best do ano: Wall-E
-Uma semana sem fazer porra nenhuma, exceto assistir chapolim, internet, e dormir.
-Dia 11, festa da tia/primo. Dia 12, continuação. Dia 13, Itiquira \o/
-Dia 15 fui na UnB, nada a ver com o bafafá do resultado do vestibular... Tive que ir resolver problemas com a biblioteca (sim, atraso livros mesmo). Depois festa da Lara, melhor nem comentar xD
-E último fim de semana passei em casa mofando na frente do computador.
-Hoje vim pra casa da minha amigue Carol =D
Pronto, agora que baixou o Vitor Fasano que existe em mim, deixeme ir...
=*